quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Nando Reis

A Minha Gratidão É Uma Pessoa

Depois de pensar um pouco
Ela viu que não havia mais motivo e nem razão
E pode perdoá-lo

É fácil culpar os outros
Mas a vida não precisa de juizes
A questão é sermos razoáveis

E por isso voltou
Porque sempre o amou
Mesmo levando a dor
Daquela mágoa
Mas segurando a sua mão
Sentiu sorrir seu coração
E amou como nunca havia amado

Mas como começar de novo
Se a ferida que sangrou
Me acostumou a me sentir prejudicado?

É só você lavar o rosto
E deixar que a água suja
Leve longe do seu corpo
O infeliz passado

E por isso voltou
Pra quem sempre amou
Mesmo levando a dor
E aquela mágoa
Mas segurando a sua mão
Sentiu sorrir seu coração
E amou como nunca havia amado

E viveram felizes... E para sempre
E eles estavam livres da perfeição que só fazia estragos



"(...) livres da perfeição que só fazia estragos" - Lindo isso, né?

11 comentários:

Raquel disse...

Deve ser super comum gays casarem com mulheres chegando aos 30 solteiros, só pode!
Bom, eu apoio o aproveitador, não podemos jogar genes loiros de olhos azuis no lixo.
Sabe, sou precavida: tenho três gays na espera. Dúvido muito que eles nos seus 30 anos estejam sós, mas um, pelo menos, precisa ficar solteiro para casar-se comigo.
Um é um ruivo de verdade bonitão, com sensuais costeletas ruivas. Nada a dizer sobre os outros dois.

Estava Perdida no Mar disse...

Adorei mesmo a musiquinha...e aquela última frase.
Linda.
Nando Reis é tudo

Raquel disse...

Não sei. Mas eu não acho que encontro o tal amor da minha vida depois do meu lindo casamento. Sei lá. Relação aberta com terceiros? Acho que não, talvez o tal amor da minha vida pensasse que isso seria uma tremenda de uma putaria. Não sei.
*voz de pessoa com dúvida*

Não acho divórcio tão horrível assim. Você se divorcia e pronto. Acho que não ficaria tão traumatizada, mas eu ia conversar muito seriamente com o amigo gay, achar o amor da vida dele pra ele e me mandar. Sei lá. Sei lá. Não sei.

Eu também não sei a cor do meu cabelo. É preto e pronto. Mas tem uns que dizem que é castanho escuríssimo (?), mas eu não vejo nada de castanho e por isso não sei definir a tal cor dos fios na minha cabeça.
Eu já tive cabelo vermelho. Vermelho, azul, roxo, rosa… todas as cores do universo. Mas nem ferrava tanto o cabelo, só um pouquinho. Um poucão, só.

Guria, não vou dizer que acho divertida a idéia de ter cinco (!) brincos em uma orelha. Não é nada com isso não, pode ficar lindo. Mas é que me dá nervoso! Imagino alguém puxando os brincos, horrível. Somente por isso. Guria, a mesma coisa acontece quando eu vejo alguém de argolas. Argolona mesmo, nossa, me dá um troço, um negócio assim, sabe? Inexplicável, um nervoso. Alguma coisa assim.

Na verdade isso de cantar eu faço debaixo do chuveiro e quando eu estou sozinha. Isso de brincar de rockstar eu faço no banheiro, antes de ir pro chuveiro. Acalma.
Como que cê tá?

Beijo.

Estava Perdida no Mar disse...

Ah...sobre o seu coment no meu post. Dizem por aí que conseguir fazer tudo aquilo significa apenas uma coisa: boa auto-estima. Não deve ser fácil mesmo...afinal, 90% do planeta não tem uma tão boa assim. Mas não custa nada tentar, né?

Beijos, moça.
Volta com este blog...

Raquel disse...

Que mané força cósmica o quê, menina.
Provavelmente você entrou no meu orgut, viu o blog. Ou então tu pesquisou alguma coisa no Google e apareceu nos resultados (eu já fiz isso, é muito divertido).
Ou, sei lá o quê…

Beijo da coisa fofa, vulgarmente chamada de Raquel.

Raquel disse...

Ontem, depois de um enorme dia de trabalho, rá, fui pro CCBB. Daí eu fiquei com saudade da minha casa, dei meia volta e vim de metrô. Conheci um mocinho lá, parecia ser divertido, afinal, estávamos abraçados (horário de voltar pra casa é um inferno, não sentia o meu corpo).
Aí eu me encontrava sozinha em casa, fiz café. Pânico.
Fui ver TV e tive a impressão que escutar o "clic" do mouse e voltei pro computador. Depois eu dormi no chão da minha sala e acordei vendo um filme de presidiários.

Raquel disse...

Sabe que hoje eu vi muita gente loira? Eu estava comprando um biscoitinho, daí eu vi uma menina super loira e bateu um sol. Menina, quase fiquei cega com tanta loirice. Então eu lembrei de você! Daí eu lembrei da Jéssica dos peitões! Eu pensei "Os peitões da Jéssica não chocavam porque ela era altinha, até". Oh sim, depois de quase-cega, fui para minha casa.
Aí eu fui atravessar a rua e vi a mesma loira dentro de um ônibus, me dando tchau e mandando beijo.
Retribui, né. Sei que sou um poço de doçura e simpatia.

Raquel disse...

Bolero, segundo a minha enciclopédia, é afro-espanhol, mas não se sabe precisamente a origem. Tem muito de lá no México e em Cuba.

Não gosto muito de gente de cabelos pretos e sem vida.

Minhas bochechas (enormes, diga-se de passagem) estão aqui, só esperando a sua arcada. :D

Raquel disse...

Comigo é o contrário: me fascino por vermelhos falsos difícilmente. Nem sempre. Depende da pessoa também. Agora, com ruivos de verdade o papo é outro. Fico boba. Ruivice é uma mutação, sabia? Então.

P.S.: Vai doer? Você é ruim? Vai arrancar as minhas bochechas?

Raquel disse...

É que essa sociedade é super pervertida, até eu me sinto contaminada, não tem nada que não possa ser visto com algum duplo sentido atualmente. Haha.
Bochechas não possuem conotação sexual, graças! Ou possuem?

Isso eu sabia, porque eu conheci uma Luiza e ela era ruiva. Dai ela vivia me falando dessas coisas suuuper úteis para o nosso dia-a-dia.

☆ Sandra C. disse...

Eu estava exatamente procurando alguma coisa que me inspirasse a escrever sobre gratidão.

Obrigada, Nat. Ou deveria agradecer a Nando Reis? [rs]

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