quinta-feira, 10 de julho de 2008

Aviso:

Estou oficialmente abandonando o blog.
Não tenho tido paciência pra cuidar dele e estou absolutamente sem nada para escrever.
Quer dizer, nada para postar aqui, porque escrever eu tenho feito muito.

Antes de fechar (temporariamente, acredito eu) esse troço, queria agradecer a Toop pelo presente que me ofereceu:




Aliás, o blog dela é uma página recomendadíssima, de verdade. Fica aí a dica.

Bem, é isso.
Não vou excluir o blog porque sei que depois de 10 segundos iria me arrepender, por isso só estou fechando por tempo indeterminado.
Sabe, postar por postar não me agrada. E como não tenho obrigação de atualizar isso aqui todo dia, e ultimamente não tenho tido inspiração, melhor deixar ele de lado do que escrever mais besteiras do que o habitual.

Ainda vou visitar os blogs, mas nem vai ser sempre. Essa fase avessa a internet, mais especificamente com o blog, está durando mais tempo do que eu esperava.
Até porque tenho estudado muito. E como é por conta própria, coisa que particularmente odeio, tenho que me dedicar mais do que o normal. Principalmente depois do fato de ter preenchido um formulário pra tentar estágio numa empresa e eles nem terem entrado em contato comigo. Hahaha. Traumatizei.
Pô, eu sei que eles não iriam me chamar 10 minutos depois e dizer: Oh! Precisamos tanto de você conosco!
Mas poxa, já tem quase um mês...
Dá licença, vou me suicidar.
.
.
.
Mentira. A-há! Tavam já marcando uma festinha, né? Seus mentecaptos!
Ok, brincadeira.

Ah é, quase ia me esquecendo: Meu filho fez um blog! Aliás, meu filho e da Babs. Filho e discípulo. Uma graça de menino. Cuti-cuti! Nhu nhu nhu! Filhinho da mamãe. Amorzinho. Tá, já chega dessa besteirada.
Mas como sou muito ciumenta, não vou colocar o link pro blog dele aqui. Hunf!
E realmente, o que a Babs disse tá certo: Ele deve ser um gênio.
Orgulho da mamãe. Hahaha.

E outra coisa, a Babs me passou uma tarefa (porque é uma desocupada) que era pra colocar o 5º parágrafo da página 161 do livro que estivesse próximo a você e, sei lá, algo assim.
Cara, serve um livro de algoritmo? Porque era o que tava mais perto de mim, afinal, estava estudando ele!
Bem, dane-se. Vai isso mesmo:


"Não podemos deixar de afirmar que um ponteiro ou apontador é uma variável ou estrutura de dados que, no seu espaço de memória, armazena o endereço de outra variável, esta sim, contendo normalmente o dado a ser manipulado pelo programa"

Construção de Algoritmo - Alfredo Boente.
Lindo, né?

Então, é isso.
Um beijo na testa de cada um de vocês.
Eu volto um dia. Quem sabe.

E crianças... Juízo, hein!