segunda-feira, 31 de março de 2008
Monólogo - pt.1
- É, tá mesmo.
- Mas poxa, eu gostei. Admito que é gay, mas o gay dentro de mim tá felizão.
- Então deixa, ué.
- Mas... nhmm... Não tá 100%
- Mas você gostou! Gostou só 95%?
- Deve ser. Ou mais. Ou menos. Não sei...
- Cara, você tá precisando beber.
Adoro os conselhos da minha consciência. :D
Ps.: Babs me ajudou a beça. E só pra constar: Eu a amo!
domingo, 30 de março de 2008
1º Meme
R.: Meu amigo Vic tinha feito um blog, só que
2 – O que te dá mais prazer em blogar?
R.: O fato de que posso escrever o que quiser, na hora que quiser e do jeito que quiser. E manter uma pseudo-conversa através dos comentários. Odeio admitir, mas esse blog é meu diário. *morre*
3 – Indique um blog bom e um do qual você não goste de ler.
R.: Todos os que eu favoritei são ótimos. E bem, não lembro de nenhum blog que eu odeie.
Oh, sou um anjo!
4 – Qual tipo de música e quais suas bandas preferidas?
R.: Toda e qualquer música que me faça dançar, que mexa comigo.
E benhê, me faz um favor: poupa trabalho pra tia e vai na minha página do lastfm? Brigadão!
5 – Qual o assunto que você mais gosta de postar?
R.: Nem sei. Quando eu posto, acontece assim: Eu penso em algo DO NADA e pronto, vou lá e posto. É... Acho que é isso.
6 - Seaquinevassevocêusariaesqui?
R.: Sim. Mas antes eu faria um anjo na neve. Boneco de neve não, eles são macabros.
Ps.: Que espécie de pergunta é essa? Hahahaha
7 – Você é: casado, solteiro, separado, enrolado, desquitado, chutado, viúvo ou outros?
R.: Hahahahaha!! “Chutado” Hahahahaha
Eu to no outros, que equivale a estar namorando.
8 – Por que você deu esse nome ao seu blog?
R.: Porque Dor de Cabeça seria muito sem graça.
...
Zuêra.
Sei lá, não lembro. Talvez tenha surgido do nada, talvez eu tenha visto em algum lugar, ou tirado de uma revista de fofoca (nem leio, ok?), ou psicografado. São tantas as possibilidades.
9 – Qual o último blog que você visitou?
R.: Pra que você quer saber? Ok, eu digo: foi o blog da Raquel. Tenho que vigiar quem aparece por lá. Hunf!
10 – Por que resolveu participar desse Meme?
R.: Se eu não participasse, a Mariana arrancava minhas tripas e vendia por 1 real na feirinha.
Ps².: A Mari quem me deu de presente a máquina de escrever que eu coloquei ali do lado. Foi do tá-tá-tá-tá-tá-rá-vô dela! Mentira, foi de algumas poucas gerações anteriores a Mari, mas a máquina é bem antiga.
E ela não me deu a máquina em si, até porque se fizesse isso seria maluquice, visto que é uma relíquia. Mas ela viu na minha wish-list que eu quero uma máquina de escrever e me mandou a foto. Um amor, né?
Agora eu tenho que indicar alguém.
Bem, não vou indicar ninguém, ok? Mas se alguém quiser responder ao meme, sinta-se intimado a fazê-lo!
Ps³.: Sempre respondo a perguntas casuais como se estivesse conversando. Não estranhem.
Paradoxo.
Sabe, eu preciso dizer, agora é minha vez de ser sincera. Poucas pessoas me entendem, entendem o meu jeito de ser. Alguns não suportam a idéia d'eu ser autista por opção. Eu gosto de ser assim, é meu jeito, desde sempre.
Ficar sozinha é mais fácil do que estar no meio de muitas pessoas. Falar sozinha soa mais sincero do que se eu contar o que penso ou sinto pra alguém. Às vezes eu sumo do mundo, não ligo pra ninguém, não dou sinal de vida, mas é assim que eu sou. Gosto dos meus momentos solitários e preciso deles. Mas quase ninguém entende, acham que eu sou uma garota triste, sem amigos.
CARAL**, eu tenho amigos e não sou sozinha! Gosto de estar sozinha, é diferente.
Tenho mais facilidade em conversar com pessoas através da internet do que ao vivo. Cara a cara me sinto uma idiota. Parece que sempre vou fazer algo vergonhoso, mostrar um sorriso bobo, daqueles que te constrangem depois, quando você pensa neles.
O que não quer dizer que eu não goste de ninguém, que não me apegue a ninguém. Pelo contrário, tenho uma facilidade incrível de amar. Não a qualquer um. Minha idéia de amor é muito grande e pura pra eu sair por aí oferendo a quem quer que surja na minha frente.
Mas quando eu sinto que amo alguém, essa pessoa pode ter certeza de que eu faria tudo por ela.
Gosto de ajudar, de ver os outros sorrirem. Só não consigo demonstrar o interesse.
Demonstrar que eu digo de ligar sempre e mandar mensagem e mandar carta e abraçar e beijar e dizer o tempo inteiro: "te amo te amo te amo!". Não! Não sou assim.
Porém eu posso ficar 2 anos sem ver alguém que eu ame e, quando me encontrar com essa pessoa novamente, amá-la do mesmo jeito que há 2 anos atrás. Ou até mesmo amar mais.
Eu sou assim. O que eu sinto, sinto pra sempre. Não consigo conceber a idéia de dizer hoje pra alguém que o amo e daqui a 4 meses a presença daquela pessoa ser indiferente na minha vida.
Eu sei que às vezes magôo quem eu mais amo por causa desse meu jeito de não estar sempre presente. Só que, entenda, eu não consigo. Mas foi o que eu disse: isso não quer dizer que eu não seja louca pela pessoa.
Posso ser estranha, parecer uma maníaca, mas é assim que eu sou.
Sou feita de extremos: ou gosto ou não gosto. Raros são os pontos da minha vida onde existam meios termos.
Só quero que você nunca duvide: Por mais distante que eu possa parecer, eu seria capaz de doar meu rim, se fosse necessário.
E você sabe quando eu estou falando sério. Sabe quando não sou exagerada.
Daí então ela disse:
Cara, você é a mistura de coelhinho fofinho com loira do banheiro! E por isso é uma pessoa tão... Tão fofa!
Então é isso? Sou um paradoxo (fofo) ambulante?
Hmm... Sempre achei que eu estivesse mais para assassina em série...
Impressionante.
Ps.: Loira do banheiro, caso alguém não saiba, é uma lenda urbana de terror.
sexta-feira, 28 de março de 2008
Dia bão.
Minha rotina é a seguinte: acordar, tomar um banho, ligar o computador, colocar música pra tocar e ir comer.
Daí fui no blog da Jaque e vi a palavra "Coldplay"; Daí veio uma vontade louca, incontrolável, sei lá, quase um surto psicótico. Às vezes acontece assim... *puft*... do nada.
Então, depois de algumas muitas tentativas frustradas, não consegui baixar nada. NADA! Foi horrível, porque meus ouvidos estavam formigando, pedindo a banda de voz mais triste e fofa do mundo.
Eu me arrumei, cantarolando mil pedaços de mil músicas diferentes deles como se fosse uma música só. Saí.
Fui ver meu homem (??²).
Quando cheguei em casa, corri pro computador e saí catando ensandecidamente links do Coldplay.
E... Achei! Achei todos!
Ai, que emoção!
Agora tô aqui, provocando uma overdose musical.
E daqui a pouco vou ficar de babá de um menininho mexicano.
Oh, como ele é fofo!
Aliás, experiência única: Sou uma brasileira cuidando de um mexicano e me comunicando em inglês, para melhores entendimentos.
Sei falar espanhol muito mal, mui-to-mal! Daí melhor não arriscar.
Ele é a cara do Keanu Reeves (é assim que se escreve?). Pena que vai estar no México quando estiver pronto pro abate (gente, calma, tô brincando!).
Hoje não tô afim de contar causos diários profundos e nem de iniciar questões altamente filosóficas.
Quero estourar os tímpanos ouvindo Coldplay e fazer do blog um diário de menininha.
Oi, tenho 14 anos.
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Update relâmpago
Agora que fui me dar conta que o título da postagem tem duplo sentido quando falado.
Não foi intencional, o dia foi muito legal pra eu querer dar a idéia de um capeta gigante.
quinta-feira, 27 de março de 2008
Minha mãe, o macarrão e eu.
E eu não queria ter visto aqueles olhinhos desanimados; principalmente depois dela ter comprado, voluntariamente, uma enorme barra de chocolate pra mim:
- Fiz cachorro-quente!
- Hmm, vou fazer macarrão e colocar umas salsichinhas. *olhinhos brilhando*
- Ah, eu sabia que você ia fazer isso. Coração de mãe não falha, diz aí! *ar triunfal*
- Fala sério mãe, qualquer um, qual-quer-um, saber que quando tem cachorro-quente eu sempre faço macarrão pra incrementar com salsichinhas. Pra deixar o pobre dentro de mim feliz e contente... E bem alimentado.
- Olha, você é um amor de pessoa, sabia?!?
- Ãn, o que? *se faz de desentendida logo após perceber a mancada*
E daí que agora vou fazer um curso intensivo para descobrir quando a sinceridade nível 4.0 turbo deve ser deixada de lado, em nome da felicidade alheia.
Acho que sinceridade é bom, sabe? Acho mesmo. Mas o tempo todo... Sei não.
Tem a ver com aquela palavra que acabei de esquecer... hmm... como é mesmo? Acho que ética.
...
Não, não é. Enfim, não importa. É mais ou menos como o que deve ser dito ou não, entende?
Não exatamente a questão de certo ou errado; Educação... Essas coisas.
E não falar tudo o que se pensa sem pensar. E essa é a parte mais difícil pra mim.
Sou uma mistura perigosa: impulsividade e sinceridade.
Estranho que, no momento em que paro para analisar, a impulsividade vai embora. Sendo que é muito raro eu não ter momentos em que ajo antes pra pensar depois.
Daí que inevitavelmente lembro "dela":
terça-feira, 25 de março de 2008
Ninguém tem paciência comigo.
Eu que não tenho paciência com ninguém.
Tudo bem, não é assim, tão radical. Mas ultimamente eu tenho me estressado fácil.
Principalmente agora que a páscoa acabou, o chocolate daqui de casa também acabou e as lojas não baixaram os preços!
É! Não baixaram os preços!
Eu estava toda feliz achando que ia compra quilos de chocolate por R$1,00 (quem dera...) e daí o comércio ultra capitalista acaba com meus sonhos.
Chocolate e café são meus calmantes.
Daí que estou ouvindo minha playlist entitulada "fossa", porém não estou triste. Só queria que ainda tivesse chocolate aqui.
Hoje estou sentindo uma preguiça incalculável.
Nossa! Muita preguiça.
No meio da aula de web designer eu virei pra mim mesma e disse: "Vamos vegetar?" - e a partir daí, não prestei mais atenção em nada. Ai, que vergonha.
Antes de ir pro curso, pedi encarecidamente pro meu pai me levar de carro, visto que estava chovendo. Ele disse um "não!" tão decidido que nem insisti mais.
Daí quando eu estava saindo de casa, ele chegou pra mim e tivemos o seguinte diálogo cordial:
- Ué, já está saindo?
- Já...
- Vai andando?
- Vou sim. Voando não dá.
- Eu ia te levar de carro, mas depois dessa, pode ir a pé.
- Oh, não! Pai! Pai! Pai! Eu estava brincando! *abre um sorriso estilo "pegadinha do malandro"*
- Xô!
Ele não me compreende...
Tudo bem, fui andando nada feliz e nada contente.
Na chuva as pessoas andam mais devagar ainda, é impressionante. E aqueles que possuem uma arma em potencial chamada "guarda-chuva", furam seu olho propositalmente, tenho certeza!
Quer dizer, não sei se isso acontece com todos, mas comigo é sempre. Existe um complô mundial contra a minha pessoa.
É verdade! Não sou neurótica!
Isso sem contar os homens meeega educados que andam pela rua. Eles ficam debaixo das marquizes e você, mulher, que se molhe.
O famoso "se fode aí!". Eles não ligam.
Na minha opinião, todos os príncipes encantados estão em coma profundo.
Sabe, tudo o que tenho vontade de fazer nessas situações limite é isto:

Diz aí se você não sente exatamente o mesmo?
Definitivamente não fui feita para andar em meio a multidão.
segunda-feira, 24 de março de 2008
Me responde uma coisa...
É, porque eu acho incrível essa coisa aí que você fez comigo.
E não venha me dizer que não sabe, pois todos sabem.
Sim, todos. É perceptível.
"E até quem me vê lendo jornal na fila do pão, sabe que eu te encontrei." - Eu poderia ter escrito esse trecho da música. Culpa sua. É sim, todinha sua!
Me diz: Por que mudar tudo desse jeito? E me fazer sorrir a todo instante?
Mostrar que tudo pode ser bom, é só melhorar o ponto de vista? E ainda assim nunca me tirar da realidade.
Você me transformou numa contradição ambulante.
Hahaha. Ninguém nunca me mudou; Eu mudava as pessoas.
Daí você chega, cheio de paciência e fofura, me encanta e *puft* transforma tudo.
E me faz pensar em nome de filho, numa casa com quintal grande pras crianças e pro cachorro, nas bodas de prata, de ouro, de diamante e do que quer que seja. E eu só tenho 18 anos! Isso deveria ser um absurdo.
Ai, como é que você fez isso?
Lembra como eu era? Chata, sem paciência, totalmente fora de tudo o que eu achasse que tivesse um tom meio "nhé nhé nhé"?
Então, daí que agora eu já acordo com sorriso no rosto. E isso sim é algo incrível.
Eu, uma frustrada sem causa. Agora fico aí, olhando pro céu e pensando em você. Pensando num monte de coisas com as quais eu nunca me importei, que eu acreditava ser besteira. Achando tudo ótimo, mesmo que não seja perfeito. Dividindo minha vida.
E eu gosto de estar com você, de beijar você, de apertar você, de brigar com você, de fazer as pazes com você.
De te ver, ficar deitada na sua cama, conversar sobre milhares de coisas e sobre nós, apertar seu bumbum, mexer no seu cabelo, escutar os acontecimentos da sua vida, de te ver sorrindo, de pedir pra você fazer pipoca, de te deixar com raiva, te fazer sentir ciúme, de sentir uma penca de borboletas desvairadas no meu estômago, de deitar sua cabeça no meu peito e te cobrir de carinho, aprender coisas úteis e inúteis com você, de te ouvir falar sobre sua profissão e fingir que entendo tudo, de abraçar você... ai meu Deus... abraçar você...
Sabe de uma coisa? Eu te amo.
sexta-feira, 21 de março de 2008

E as palavras ficam rodando e rodando e rodando incansavelmente pela minha cabeça.
Parece que ela vai explodir. Que meu coração vai explodir. Que tudo vai explodir.
Talvez fosse bom tudo ir pelos ares. Ou, pelo menos, só meus pensamentos presos.
Pensamentos presos são tão ruins. Eles corroem a paciência. Corroem lenta e dolorosamente.
Parece loucura, mas eu tento falar e tudo que sai é um suspiro longo e cheio de falta de esperança.
Esperança de conseguir se expressar.
Sabe quando você enche seus pulmões de tudo aquilo que deseja expor e de repente só sai ar?
Ou então não sai coisa alguma? Nem ar?
Sufocante...
Eu consigo falar coisas inúteis durante horas.
Não, inúteis não. Sem sentido. É, sem sentido é melhor.
De repente eu vejo que escrevi milhares de caracteres e ainda não disse nada.
Nada... Absolutamente nada.
Mas, realmente, não tem nada para ser dito.
É mentira! Mentira!
Tem sim, tem muita coisa a ser dita.
Só que estas coisas que estão aqui dentro resolveram não sair. Não querem parar de rodar pela minha cabeça.
Aqui dentro deve ser bem interessante.
Embora eu tenha quase certeza de que tudo seja esquisito.
Sou um mistério pra mim. Alguém já disse isso, tenho quase certeza.
Mas é bem verdade, sou um mistério pra mim.
Alguém podia me descobrir e me explicar. Talvez tudo ficasse mais fácil.
E isso não é dramático. Juro que não é.
Aliás, é confuso. Estranho e confuso. Confusão demais nos últimos meses.
Daí eu escrevo, escrevo e escrevo pra ver se entendo. Mas não, não entendo uma coisa sequer.
E são muitas coisas. Muitas mesmo.
E o texto vai ficar grande e ninguém vai querer ler e ainda por cima vão achar que sou uma louca desvairada.
Me expresso "menos pior" com a escrita. Ela flui com uma facilidade incrível.
E ainda assim não faz sentido algum.
Imagina então o caos absurdo em que me encontro quando estou só com a fala?
Não sei me expressar, não sei dizer o que quero de verdade.
Insegurança...
Daí que eu simplesmente não consigo falar o que penso, nem o que sinto....
É confuso... Minha confusão. Não sei conversar.
Quando eu crescer, quero conseguir falar tudo o que estiver dentro de mim.
Amém.
quinta-feira, 20 de março de 2008
Pesadelo.
Por falar nisso, Campo Grande decididamente se encontra na esquina do inferno com o centro da Terra. Lá não é só quente pra
E minha faculdade é lá. Que legal, não é?
Tudo bem, tenho que admitir: na faculdade não é tão quente assim. Mas até chegar lá, sim, é quente demais.
Tá, mas não era sobre pêlos ou temperaturas altíssimas que eu ia falar.
Ontem fui na reunião "explicativa" sobre como funciona o sistema da faculdade. Podia tirar dúvidas também. Cada pergunta imbecil. Incrível.
Meu pai e minha mãe foram comigo. Ooh, que bonitinho.
Mas eu preferia ter ido sozinha. Não que eu não goste dos meus pais, não é isso. Só que eu prefiro ir sozinha a todos os lugares. Faz parte da minha personalidade.
Então, mas foi ontem que eu caí na real: vou realmente precisar reaprender matemática e física.
...
Socorro! Alguém me dá um tiro na cara!
Sabe, eu realmente fui boa em fazer cálculos até minha 8ª série (que agora é denominada por um outro nome que eu não faço a menor idéia de qual seja. Mas deu pra entender, né?).
Daí, quando entrei no 2º grau, mudei de colégio. E no colégio novo, onde a média era 6, se você não alcançasse a média anual mas fosse bonzinho, o Conselho te passava de ano.
Aliás, até se tirasse uma nota baixa e o professor fosse com a cara do aluno, ele dava mais 1 ou 2 pontos na nota da prova desse aluno. Bom, não é?
Na verdade não.
Eu tive um trauma com as ciências exatas na 8ª série por causa do professor novo. Ele era horrível para explicar o que quer que fosse. Daí passei minha 8ª série estudando enlouquecidamente pra matemática e nunca tirava mais do que 7, a nota mínima necessária. Sendo que eu era aluna acostumada com nota baixa ser igual a 8. Traumatizei!
No colégio antigo, se você não alcançasse a média anual, tinham 2 provas de recuperação com a matéria do ano todo (do-ano-todo!!!). E se você não passasse nessas 2 provas, por mais bom aluno que fosse, eles te jogavam no fogo do inferno. Sem piedade. Cheidiódio.
Perdi a linha de raciocínio...
[Longa pausa para recordar; vou aproveitar e comer alguma coisa. Já volto.]
Ah, sim. Daí que não me preocupei com matemática, física e química no 2º grau inteiro.
E bem, eu fui justamente me interessar pela área de informática, que só tem matemática e física (química só no período básico).
Cálculo 1, 2, 3... 5 mil!
Talvez eu saia da faculdade direto para alguma Casa de Repouso para Maníacos Psicóticos. Ou vire um gênio nas ciências exatas. É possível também, ora essa.
Sempre achei incrivelmente interessante pessoas com o poder de entender matemática. Eu já tive esse poder um dia. Meu 2º grau retirou-o de mim. Ou eu o retirei de mim, devido minha maldita acomodação.
A questão é: lá vou eu reaprender tudo de novo. Tudo aquilo que enfiei na minha mente que é extremamente difícil e irritante. Por isso tô achando tudo isso um pesadelo. Tenho que parar de pensar assim.
E que minha memória me ajude...
terça-feira, 18 de março de 2008
Ai, ai...
Isso no sentido material. No sentimental minha felicidade consegue ser eterna. Mas isso não vem ao caso.
Então, a questão é: eu não aguento mais o layout desse blog.
Enjoei. É isso. Enjoei.
Da noite pro dia ele me parece sem graça e não tem nada a ver comigo.
Como pode?
Eu fiquei dias ajeitando esta porcaria, até que finalmente pensei: "Putz! Alcancei a perfeição!"
Fiquei em êxtase. Praticamente orgasmos múltiplos e contínuos.
Pra 1 mês depois eu jogar todo meu trabalho fora e achar o resultado insuficiente?
Até fiz um outro blog só pra testagem de layout. Pode isso?
Sempre foi assim. Sempre! Eu enjôo de tudo. Tudo perde a graça, fica feio, não se parece comigo, não parece que é meu. Aaah!
Eu devo ter batido a cabeça em algum lugar.
Seqüelas gravíssimas... Deus do céu.
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Update: 19 de março de 2008 - 11:37 am
Foi só mudar a cor, tirar uma coisa daqui e colocar outra dali e eu voltei a amar o layout.
Pronto. Estou satisfeita de novo. Eba!
Ps.: Não me internem num hospício, por favor.
segunda-feira, 17 de março de 2008
Qual filosofia você segue?
Sua vida é guiada pelos princípios do Hedonismo: Você acredita que um grande prazer, ou o maior prazer, é bom; E você tenta ter o máximo de prazer na sua vida quanto você pode.
“Comer, beber e estar alegre, para amanhã morrer!”
Mais informações em Arocoun's Wikipedia User Page...
Hedonism --------------- 95%
Justice (Fairness) ------- 95%
Kantianism ------------- 80%
Existentialism ---------- 75%
Strong Egoism ---------- 55%
Utilitarianism ----------- 50%
Apathy ----------------- 45%
Nihilism ---------------- 15%
Divine Command ------- 0%
Hahaha! Eu já sabia.
Ps¹.: Se alguém se interessar, este é o site do teste.
Ps².: Como o site é todo em inglês, caso haja dificuldade em entender alguma frase do teste, recomento o uso do Google Tradutor. Uma ajuda e tanto.
sábado, 15 de março de 2008
Dia nublado.
Ao contrário da maior parte da população mundial, eu gosto de dias nublados.
Eles me fazem pensar em coisas que não costumo. Inclusive me deixam melancólica, mas é uma melancolia boa. Dá pra entender?
Até andar na rua fica mais agradável. Exceto quando chove.
Mas só é ruim cair aquele pé d'água quando eu não estou com vontade de me molhar. Quando estou disposta, a chuva é mais um atrativo no dia de nuvens carregadas.
- Mãe, vou ali ficar um pouco na chuva. Mais tarde eu volto.
- Tudo bem, mas não vá se molhar!
Hahaha, achei hilário esse diálogo que a Raquel teve com a mãe dela.
Minha mãe seria dramática:
- Mãe, vou ali ficar um pouco na chuva. Mais tarde eu volto.
- Pra que você vai na chuva?
- Pra me molhar.
- Com quem?
- Sozinha.
- Volta que horas?
- Daqui a umas 3 ou 4 horas, tá bom?
- Tá, tudo bem.
- Então... Tô saindo...
- Saindo pra onde?
- Er... Pra chuva.
- Tá doida? Quer pegar pneumonia? Fica aqui vendo TV.
Ah, deve ser involuntário escutar músicas de fossa quando o dia está nublado. Eu nem percebo e já vou colocando as músicas mais tristes que existem.
O que não significa que eu esteja triste, mas é que músicas melancólicas combinam com dias de chuva.
Dias de sol combinam com Polyphonic Spree, a banda mais feliz que já pisou na face da Terra.
Quesitos obrigátorios para entrar na banda (ordem de exigência):
1º - Ser feliz o tempo todo.
2º - Usar batas o tempo todo.
3º - Saber cantar.
Um amor.
Dia nublado, músicas melancólicas e pensamentos não comuns ao dia-a-dia... Muito bom. Muito bom.
Parece triste, mas eu juro que não é.
quinta-feira, 13 de março de 2008
Recuse imitações.
É chato, irritante, desprezível e desnecessário!
Ok, ok... Vou me acalmar... *pega o boneco de plástico e mete a porrada*
Então, ultimamente estou tendo a terrível impressão (mentira, tenho certeza) de estar sendo descaradamente imitada. Até um 3º furo na orelha, igual ao meu, foi feito. E que eu me lembre, um 3º furo era coisa demais, brinco demais, um bazar móvel e blábláblá.
E agora também só existe a cor roxa na face da Terra. Que por acaso, é minha cor amada e idolatrada.
O estilo de roupa está se tornando o mesmo!! Não havia compatibilidade anteriormente, e agora eu tenho praticamente uma réplica minha solta pelo mundo!
Em 2004 e 2005 vivi este mesmo pesadelo, só que com outro indivíduo. Até estilo musical e corte de cabelo foi copiado de minha pessoa. E não é nada bonitinho não! É terrível você saber que alguém está te imitando pra tentar ser você. Usando suas gíras! Suas manias linguísticas! Seus gestos!
É deprimente. Uma puta falta de personalidade, na minha humilde opinião!
Sabe, acho isso até fofinho, mas só no início. Mas início mesmo, tipo os primeiros 5 minutos.
Eu sei que existe muita gente que adora ser imitada, mas os famosos de plantão que me perdoem (ou não, posso viver muito bem com isso), eu não tenho a menor vocação para ser um ícone-pop-fashion do mundo globalizado.
Lógico que gosto de encontrar pessoas que tenham coisas em comum comigo, mas não que sejam eu!
Muito obrigada pela atenção, volte sempre.
Ps.: Fiquei extremamente feliz por você ter gostado do presente.
Fui tomada pela criatividade. Admito que nem ia te mostrar, pensei: "Mas eu mal a conheço!"; Contudo, sou ansiosa e fui possuída por uma vontade incontrolável de querer, sim, que você visse, afinal de contas, era seu!
segunda-feira, 10 de março de 2008
Exagero.
Não tenho conseguido ser direta.
Tento rodear o assunto e deixar com que a pessoa perceba aquilo que quero. E, quase sempre, fico frustrada.
Acho que crio uma expectativa muito grande, meio idealizada. Como se a pessoa fosse ler no meu olhar tudo o que está se passando pela minha mente.
Não sou assim sempre, pelo menos.
Só abuso das entrelinhas quando sinto medo de falar tudo o que penso ou o que sinto ou o que quero.
O medo... Sempre ele!
Entretanto, dessa vez não é só o medo. É mais ainda o desejo de ser ouvida sem falar muito. Às vezes, sem falar nada. Uma coisa quase que sobrenatural. Meio conto-de-fadas do século XXI.
Sintonia... Percepção... Adoro essas coisas.
Sou muito exagerada, pra tudo.
Gosto de ser exagerada. Não gosto de não estar conseguindo ser direta.
Tô começando a me sentir uma idiota...
domingo, 9 de março de 2008
E surge a idéia. *plim*
Poderei dizer o que eu quiser, sem me preocupar em estar indo contra a educação de boa moça que minha avó me deu.
Não precisarei ter medo de magoá-lo, nem de machucá-lo. Vou pisar, maltratar, despejar minha ira sobre o pobre infeliz.
Ou seja, farei tudo aquilo que não consigo fazer na vida real com quem me deixa
Meu Deus, eu sou um gênio!
Ps.: No momento, estou descartando as eficientes técnicas de meditação. Estou possuída pelo demônio, aliás, pela raiva.
sexta-feira, 7 de março de 2008
Sozinha.
Só quero escutar música. O tempo todo. O dia inteiro.
Aprender a cantá-las. Aprender todas elas.
Depois ficar andando pela casa, cantando mais alto que o próprio artista. Acreditando cegamente que minha voz é linda e que eu tenho performances encantadoras. (?)
Pois tenho que aproveitar o fato de estar quase todos os dias sozinha em casa. Desde de manhã até umas 22:30.
Não quero outra vida. Eu quero ser rockstar!
terça-feira, 4 de março de 2008
Trabajo del diablo.
Só eu penso numa coisa dessas?
Mas nem era sobre isso que eu queria escrever. Foi só uma consideração inicial.
Pois bem, quinta-feira agora começa meu curso de web designer. Estou em êxtase total, contando nos dedinhos pra quinta chegar logo de uma vez.
Sempre achei muito interessante toda e qualquer profissão que mexesse com criação. E, não sei por quê, tenho um profundo encantamento por páginas na web. Uma página bem feita, bonita, me prende. Uma espécie de hipnoze... Não sei explicar.
Eu, por exemplo, de vez em quando arrisco fazer alguma coisa aqui no blog, só pra ele ficar mais aconchegante aos meus olhos, sabe?
E agora que vou estudar sobre isso, vou poder fazer profissionalmente!!!
...Profissionalmente...
Percebeu a palavra? Pro-fis-sio-nal...
Opa! Olha o problema.
Bem, o curso tem duração de 7 meses. Convenhamos que 7 meses é nada. Estou realmente feliz e tal. Vou aprender a fazer algo que gosto e ainda vou ganhar para isto, quer coisa melhor? Só que tenho pavor de trabalhar. É, eu tenho medo mesmo! MESMO! Provavelmente por eu nunca ter trabalhado na vida.
É tanta responsabilidade. Chefe chato (talvez). Clientes malditos (quase certo). Vontade de morrer. Nossa, me sinto uma babaca. Quando eu era bem mais nova, sempre imaginei que trabalho fosse pra gente que tivesse 25 anos. Daí pensava: quando eu fizer 25 anos vou ter um trabalho estável e estarei completa...
Que nada! A realidade é cruel. Minha mãe ultimamente tem reclamado do dinheiro que está cada vez mais curto e essas coisas. Diz que não vê a hora d'eu começar a trabalhar e aliviar pro lado dela (tradução: deixar de ser um peso morto...). E só de pensar que daqui a 7 meses isso vai se concretizar... ai... Sobe um frio na espinha!
Não sei de onde vem tanto medo! Às vezes eu acho é que por não estar preparada. Ou pensar não estar preparada. O tempo todo ouço milhares de pessoas falando: mercado de trabalho é selvagem. Ou você se dá bem ou morre. Lei do mais forte. Aaah! Isso é um emprego ou a teoria da evolução das espécies?
Quer saber, acho que é por faltar tão pouco tempo. 7 meses... Deus... 7 meses (!!!²). Isso é que nem traição, sabe? Você tem a certeza de que um dia pode até acontecer, mas acha que vai demorar... demoraaar... Aí do nada, PLAFT, tá ali, na sua frente. Um tapa na cara inesperado. Aconteceu. E você põe a mão na cabeça e pensa:
.
.
.
Então, acabei de reler o post e estou me achando uma completa imbecil. Alguém mais compartilha da minha auto-análise sobre mim mesma? Nossa... Todos vocês?...
Garçom... Traz a cachaça! Qui hoje eu vô bebê pá isquecê meus "pobrêma"!
domingo, 2 de março de 2008
Entre Aspas
Caio Fernando Abreu em Pedras de Calcutá
Então…
"[…] no fim desses dias encontrar você que me sorri, que me abre os braços, que me abençoa, e passa a mão na minha cara marcada, no que resta de cabelos na minha cabeça confusa, que me olha no olho e me permite mergulhar no fundo quente da curva do teu olho. Mergulho no cheiro que não defino, você me embala dentro dos seus braços, você cobre com a boca meus ouvidos entupidos de buzinas, versos interrompidos, escapamentos abertos, tilintar de telefones, máquinas de escrever, ruídos eletrônicos, britadeiras de concreto, e você me beija e você me aperta, e você me leva para Creta Mikonos, Rodes, Patmos, Delos, e você me aquieta repetindo que está tudo bem, tudo, tudo bem"
Caio Fernando Abreu em Pequenas Epifânias
Porque ontem não foi um bom dia. Porque eu fiquei com muita raiva. Porque eu senti vontade de chorar. Porque tive vontade de sumir, de me dar por vencida... Daí ouvi sua voz, e tudo ficou bem melhor.
E estes fragmentos revelam exatamente o que sinto em relação a você, minha paz.
→ Trechos retirados de "Entre Aspas".
